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O descondenado petista Luiz Inácio Lula da Silva, enfrentando o maior desastre econômico dos últimos 20 anos, recorreu a Sidônio Palmeira, marqueteiro baiano da extrema-esquerda radical, para tentar salvar sua imagem. Sob o comando de Sidônio, as redes sociais do governo assumiram um tom mais informal e próximo de tendências populares, como os “trends” do TikTok, memes e edições de vídeo dinâmicas.
Lula, que não usa celular e evita eventos públicos devido à constante rejeição, deixou a gestão de suas redes totalmente centralizada na Secom, sob Sidônio. A estratégia é tentar suavizar a percepção do ex-presidiário, utilizando formatos mais descontraídos para maquiar a realidade de um governo que não consegue convencer. Até mesmo a celebração da indicação de Fernanda Torres ao Oscar foi usada como palco para esse novo modelo, que esconde a desconexão do presidente com a vida real.
A mudança, inspirada no formato eleitoral de 2022, reflete a busca desesperada por engajamento e aceitação. Mas, na prática, fica evidente que o desespero para esconder o fracasso econômico e o repúdio popular não encontra eco entre os brasileiros, que continuam escrachando Lula nas redes sociais e rejeitando seu governo.
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