
Enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) fala em ampliar câmeras corporais e reforçar a “inteligência” da Segurança Pública, a realidade mostra o desprezo histórico do PT com a Polícia Militar da Bahia.
A execução do soldado Wesley, no Farol da Barra, em 2021, e o assassinato do sargento D’Almeida, que fazia a segurança de ACM Neto nas eleições de 2022, escancaram o abandono dos policiais.
Mais recente, a denúncia da subtenente Ana Carla sobre assédio sofrido dentro do próprio Batalhão da Mulher mostra a falta de apoio interno e a omissão do governo diante de abusos.
Além disso, enquanto milhares de famílias choram a perda de policiais mortos em serviço, o Estado mantém um aparato desproporcional para garantir a segurança do vice-governador Geraldo Júnior, com dezenas de PMs deslocados só para protegê-lo. Esse contraste revela a prioridade do PT: privilégios para seus aliados e descaso com a tropa que arrisca a vida diariamente nas ruas.
Não é de hoje que os governos petistas tratam a PM com indiferença. Sob Jaques Wagner, Rui Costa e agora Jerônimo Rodrigues, a categoria conviveu com falta de valorização, salários defasados, más condições de trabalho e o avanço das facções.
Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que a Bahia lidera o ranking de homicídios no país, reflexo direto da insegurança e da desmotivação da polícia.
Ao tentar posar de gestor moderno com câmeras e discursos sobre transparência, Jerônimo esquece que a base da corporação está desassistida. O desprezo do PT pela Polícia Militar tem como consequência direta o caos da violência que a Bahia enfrenta, onde cidadãos e até os próprios policiais são alvos fáceis do crime organizado.
(Com informações da TV Bahia)
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