
Javier Milei saiu das urnas neste domingo (27) com uma vitória nacional que reposiciona o jogo político na Argentina. A coalizão “La Libertad Avanza” superou a oposição peronista e garantiu ganho expressivo de cadeiras, incluindo avanço decisivo na província de Buenos Aires, abrindo caminho para sustentar vetos e acelerar reformas econômicas no Congresso.
A imprensa argentina fala em “vitória contundente” e redesenha os blocos no Legislativo após a apuração, que apontou mais de 40% dos votos ao governo em nível nacional.
O impacto foi imediato na política e na economia: veículos locais e internacionais destacam reação positiva de ativos ligados à Argentina e uma leitura de “ponto de virada” para o programa liberal de Milei.
Em paralelo, Donald Trump, que já havia condicionado e depois celebrou publicamente o sucesso eleitoral, reforçou o apoio político e a ajuda financeira norte-americana que, segundo reportagens, envolveu pacote bilionário e respaldo do Tesouro dos EUA, fator considerado relevante para estabilizar a agenda de reformas.
A derrota do peronismo aprofunda a crise da esquerda que empobreceu o país por décadas e dá fôlego à batalha cultural liderada por Milei.
Nos tribunais, o desgaste kirchnerista segue: Cristina Fernández de Kirchner teve confirmada condenação com ordem de ressarcimento bilionário e promotores pedem leilão de bens.
Com Milei fortalecido e Trump em cena, a onda liberal tende a repercutir no Brasil: o presidente argentino deve virar cabo eleitoral de peso nas disputas de 2026, especialmente no eleitorado antipetista.
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