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“Ebó coletivo” não passa de “ato politiqueiro”, define Marcelle Moraes; Mãe de Santo aponta que evento “é da paz”

Representantes de religiões de matriz africana protestaram em frente à Câmara Municipal convocando seguidores do Candomblé a um “ebó coletivo” contra a vereadora Marcelle Moraes quem se aproveitou de um minuto de silêncio a Makota Valdina para homenagear uma “rinoceronta (sic) morta no zoológico de Salvador”.

Para Mãe Jaciara, uma das líderes mais exaltadas, o “ebó coletivo” nada mais é do que “cantar, pedir retratação e equilíbrio à vereadora. Ebó não é oferenda. Aqui o ebó é da fala, do cântico”, disse a líder religiosa. “O ebó é da paz, tanto que vamos soltar pombas. Veja, por exemplo, o ebó para Iemanjá que nada mais é do que um canto para ela”, completou.

Em contato com a #TVServidor , a vereadora criticou o “ebó coletivo”. “Infelizmente foi um ato ‘politiqueiro’ para agadanhar fotos esquerdistas, um evento triste que usa um movimento sério para aparecer. É a tal da velha política”, criticou a edil. “Deus está na frente. Aqui o mau não encontra espaço, só enfraquece o seu detentor”, finalizou.

O evento contou com apoio militantes de esquerda que bradaram “Lula Livre” e outros bordões. Petistas distribuíram material gráfico defendendo o ex-presidente Lula da Silva, preso em Curitiba.

Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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