Quem diria que o professor universitário Jerônimo Rodrigues e a extrema-esquerda que comanda a APLB Sindicato iriam ser protagonistas do maior escândalo na história educacional da Bahia: o “governador” por inoperância e falta de palavra e o “sindicato”, que mais parece cartório, fazendo “vista grossa” ao companheiro petista.
Na edição desta terça-feira (11), o jornal Correio traz exemplos e testemunhos de diversos profissionais da educação que enfrentam jornadas realmente puxadas em sala-de-aula e, no final do mês, o contracheque aponta “o salário base de R$ 1.272,26, por 20 horas semanais, valor abaixo do salário mínimo”.
Diz a matéria:
“O que acontece com as duas e com outras docentes é uma mudança no entendimento de grau da carreira, ocorrida em 2018, e que deixou muitos profissionais sem receber o piso da categoria. Depois que o CORREIO denunciou em reportagem recente que professores da rede pública estadual estão recebendo aposentadorias abaixo do salário mínimo, outros profissionais, desta vez da ativa, procuraram o jornal e informaram que estão passando por situação similar há cinco anos. Eles fazem parte do chamado ‘quadro especial’ e não recebem o piso salarial da categoria, mesmo com formação superior e cumprindo as jornadas de trabalho. Nesta terça-feira (11), uma audiência pública vai discutir o assunto.”
“Atualmente, um professor da rede estadual recebe R$ 3.845,63, esse é o piso nacional de 2022, mas a coordenadora pedagógica Eliana* recebe cerca de R$ 2,5 mil, para 40 horas semanais. Isso acontece porque ela foi contrata em 2018, com o grau inicial denominado IIA. No final daquele ano, esse grau e outros três (I, IA e II) foram extintos. A partir daí, os novos docentes passaram a ser contratados como grau inicial III.”

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