
Único representante do Nordeste a aderir ao Programa das Escolas Cívico-Militares é o Ceará. O relatório foi divulgado hoje, 1º de outubro, pelo Ministério da Educação (MEC) com a promessa de liberar quase R$ 54 milhões para o programa em 2020, sendo R$ 1 milhão por escola. “No ano que vem a situação do orçamento começa a ficar mais normalizada. A gente pegou o país quebrado. O orçamento do ano que vem já é o orçamento que a gente fez. Está apertado, está difícil, mas sem surpresa negativa, sem inconsistências”, declarou Abraham Weintraub, ministro da Educação.
De acordo com o MEC, entre os dias 4 e 11 de outubro, será a vez das prefeituras solicitaram a participação. Podem solicitar a participação, inclusive os municípios em estados que não aderiram ao programa. Para participar da seleção, os colégios públicos devem ter de 500 a 1.000 alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental ou do ensino médio. O Governo afirma que também terão preferência as escolas com estudantes em situação de vulnerabilidade social e com Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Os militares irão atuar como monitores, acompanhando os alunos e fazendo contato com as famílias. Vão exercer as atividades como supervisão escolar e psicopedagogia, preservando, as atribuições exclusivas dos docentes. Atuarão também no fortalecimento de valores éticos e morais e exercerão ainda funções administrativas para aprimorar a infraestrutura das escolas e a organização escolar.
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