
A megaoperação Hybris, desencadeada em Feira de Santana, veio a público com a missão de desmantelar uma rede criminosa altamente estruturada, enredada em atividades ilícitas como lavagem de dinheiro e agiotagem.
Liderada pela Polícia Federal, Receita Federal, Ministério Público e forças correcionais, a operação tomou as ruas com a determinação de cortar as raízes profundas de corrupção, representada pela figura do deputado estadual Binho Galinha, apontado como o cabeça da organização.
Na madrugada, o silêncio foi rompido pela movimentação intensa de cerca de 200 agentes que, armados de mandados judiciais, buscaram desfazer o emaranhado de crimes e poder que se escondia sob a fachada de negócios legais.
Neste intricado cenário, a Operação Hybris se desdobra como uma continuação da Operação “El Patrón”, aumentando a pressão sobre a rede criminosa e seus integrantes, com ações incisivas como bloqueios financeiros milionários e a suspensão de atividades de elementos chave dentro da polícia militar.
As investigações, longe de concluídas, prometem revelar mais camadas desse esquema, potencialmente levando os envolvidos a enfrentar consequências severas pela extensa lista de crimes cometidos.
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(Com informações do site Informe Baiano)
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