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Chapa 4G é coisa ultrapassada; O que números das últimas eleições dizem sobre 2026 na Bahia

Feito em IA – Nano Banano

A largada para 2026 na Bahia já mostra um cenário bem diferente daquele que marcou a década passada. Se entre 2010 e 2018 o grupo governista venceu no primeiro turno com folga (63,83% em 2010, 54,37% em 2014 e 75,47% em 2018), em 2022 o estado viveu uma disputa apertada, decidida apenas no segundo turno, quando Jerônimo Rodrigues venceu com 52,54% dos votos válidos. O primeiro turno daquele ano já indicava mudança de clima: Jerônimo teve 49,33% contra 40,88% de ACM Neto, evidenciando polarização real e um eleitorado dividido.

É nesse contexto que surge agora a chamada “chapa 4G”, anunciada por Jaques Wagner, reunindo três ex-governadores na majoritária e mantendo Geraldo Júnior como vice.

A metáfora tecnológica virou munição política nas redes, com aliados da oposição, como o ex-prefeito Reinaldinho Braga ironizando que “4G é coisa ultrapassada” e defendendo que a Bahia precisa “ser 5G”.




Por trás das frases de efeito, o que está em jogo é a consolidação de dois campos competitivos num estado com mais de 11 milhões de eleitores, onde cada ponto percentual pode decidir a eleição. Se 2022 quebrou a lógica das vitórias elásticas, 2026 promete ser mais uma disputa voto a voto em todo o território baiano.







Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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