
A corrida eleitoral de 2026 na Bahia já começou e o cenário é claro: enquanto prefeitos das cidades mais importantes do Estado disputam espaço ao lado de ACM Neto, o grupo do governador Jerônimo Rodrigues enfrenta dificuldades até dentro da própria base.
Em entrevista na manhã desta segunda-feira (23) na Assembleia Legislativa, reafirmou a sua preferência por um nome forte do interior, estratégia que mira ampliar ainda mais sua capilaridade fora da capital.
A movimentação chama atenção porque ocorre ao mesmo tempo em que aliados do próprio governo evitam se comprometer com a reeleição de Jerônimo. Há relatos consistentes de lideranças que já avaliam não pedir votos, “sequer subir no palanque” do atual governador, evidenciando um desgaste político relevante após mais de 20 anos de domínio petista no estado. Esse tipo de comportamento é incomum em campanhas de reeleição e sinaliza um ambiente interno fragilizado.
Enquanto isso, Neto trabalha com prazo curto para fechar sua chapa… a expectativa, segundo ele próprio declarou, é concluir as definições “até o fim da semana ou nos próximos dias”.
A disputa por espaço ao seu lado cresce, especialmente entre políticos do interior, onde estão mais de 70% dos municípios baianos. O movimento reforça uma leitura cada vez mais presente nos bastidores: de um lado, articulação e adesão; do outro, hesitação e distanciamento.
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