
Durante a missa pelo aniversário de José Ronaldo, em Feira, ACM Neto cravou o que já era perceptível nos bastidores: “É claro que Angelo Coronel está sendo alijado”. O vice-presidente do União Brasil criticou a movimentação do PT para montar uma chapa puro sangue em 2026 com Jaques Wagner, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues.
Segundo Neto, os petistas querem “tudo nosso”, ignorando aliados históricos como o PSD. Para ele, o PT mistura o que é público com o que é do partido e coloca os próprios interesses acima da Bahia.
A possível exclusão de Coronel escancararia uma disputa interna prestes a implodir.
Neto ainda acenou com a possibilidade de abrir diálogo com o PSD, caso o partido se canse da humilhação. “Minha relação com Coronel é de amizade. Se em algum momento o PSD entender que deve conversar conosco, eu vou estar à disposição”, disse. O clima entre os aliados do governador azedou de vez com a hipótese da velha “panelinha” petista tentar empurrar a população baiana mais uma vez ladeira abaixo.
O recado está dado: se o PT insistir na soberba, pode abrir espaço para uma aliança inédita entre União Brasil e PSD.
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