
O descondensado petista Lula voltou a usar cadeia nacional para apresentar mais uma “promessa de consumo popular”, agora dizendo que o dinheiro da nova isenção do Imposto de Renda pode servir para “comprar uma TV nova para assistir à Copa”. A fala veio acompanhada do discurso de que a elite estaria “perdendo privilégios vergonhosos”, mesmo com o país enfrentando carga tributária recorde e aumento de impostos em vários setores.
O mesmo discurso de facilidades já foi usado em 2022, quando Lula falava em “picanha e cerveja” na mesa do brasileiro… promessa que sumiu diante da economia estagnada, do desemprego disfarçado e da inflação que corrói o salário.
Economistas ouvidos pela própria mídia nacional afirmam que o impacto real dos R$ 28 bilhões citados por Lula depende das compensações fiscais e pode não chegar de forma significativa ao trabalhador que mais sofre. Nas redes, a reação foi imediata: críticos acusam o governo de tentar criar um “fantasma de prosperidade” para desviar do desgaste político, transformando a TV da Copa no novo símbolo de um governo que vive de narrativas, mas entrega pouco ao brasileiro comum.
Enquanto isso, o custo de vida sobe, os impostos pesam e o país segue esperando a tal picanha prometida.
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