
Jerônimo Rodrigues, o governador que acumulou o título de pior da história da Bahia, parece ter percebido que a insatisfação popular com sua gestão chegou a um ponto crítico. Depois de passar meses focado em negociatas políticas para 2026, enquanto o estado afunda em desemprego, violência e caos nos serviços públicos, ele resolveu mudar o discurso. Agora, afirma que o foco será o “trabalho”, mas o baiano sabe que essa promessa não passa de mais uma manobra de marketing de quem nunca desceu do palanque.
Na prática, o modus operandi de Jerônimo e do PT continua o mesmo: trocas de cargos e promessas em troca de apoio político.
Apesar de desconversar sobre articulações, o próprio presidente do PT na Bahia, Éden Valadares, confirmou que prefeitos da base de ACM Neto estão migrando para o reduto petista devido a essas “negociações”.
Enquanto isso, o caos toma conta da Bahia, onde traficantes controlam bairros, fecham escolas e comércio, e trabalhadores são assassinados diariamente. A “estabilidade política” que Jerônimo diz buscar é apenas uma fachada para mascarar sua incompetência administrativa.
Essa é a Bahia após 20 anos de governos petistas: um estado mergulhado na crise, onde índices de desemprego, saúde e segurança só pioram. Em vez de se preocupar com a população, Jerônimo dedica suas energias a garantir sua sobrevivência política.
O discurso de “humildade e trabalho” vendido por Éden Valadares não engana mais o eleitor baiano, que sente na pele o peso do descaso e da ineficiência de uma gestão que abandonou as necessidades reais do povo para alimentar a máquina petista.
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