Reprodução Instagram
A política baiana voltou a se mexer com força depois que Nelson Leal afirmou que a oposição “terá palanques em todas as cidades” e projetou uma votação expressiva para ACM Neto em 2026. Leal, que já foi um dos principais articuladores da base governista, também revelou que “novas baixas no governo” devem acontecer nos próximos meses, reforçando o desgaste interno do grupo de Jerônimo Rodrigues.
A fala confirma o movimento de prefeitos e lideranças que, segundo levantamentos recentes, têm migrado gradualmente para o bloco oposicionista diante da perda de confiança no governo estadual, que sofre com reprovação crescente… hoje na casa de 37%, segundo dados da AtlasIntel.
Outro nome que mexeu com o cenário foi Cafu Barreto. Em entrevista coletiva nesta terça-feira (18), o parlamentar disse com todas as letras: “meu desejo é que o senador Coronel apoie ACM Neto”. E não parou aí. Cafu afirmou que mesmo que Angelo Coronel permaneça na base do governo, ele continuará lutando para levar o senador para o projeto da oposição: “ouvi a voz das ruas ao migrar para o grupo de ACM Neto”, declarou.
A declaração ganhou repercussão porque Coronel, apesar de estar no PSD governista, vem demonstrando incômodo com a condução política de Jerônimo, que enfrenta dificuldades para segurar aliados e evitar mais rupturas.
Nos bastidores, o comentário que circula é que partes da base petista tratam Cafu como alguém “imprevisível”, mas o deputado devolveu chamando Otto Alencar de “Mãe Dinah”, sugerindo que o senador estaria tentando adivinhar cenários sem ouvir a realidade do povo. A fala caiu como uma bomba no núcleo governista, que tenta manter aparência de unidade enquanto prefeitos reclamam da falta de entregas, do atraso nas obras e do abandono de promessas.
Paralelamente, grupos ligados à União Brasil já contabilizam mais de 120 prefeitos dispostos a montar palanques municipais alinhados a ACM Neto.
Com esse redesenho, o bloco oposicionista entra no ano pré-eleitoral mais forte do que o esperado, enquanto o governo corre para tapar buracos e segurar aliados-chave. A estratégia agora é entender se Angelo Coronel fará o movimento que Cafu vem articulando nos bastidores… e que poderia abrir uma porteira para novas migrações.
A sensação geral, repetida nos corredores da Assembleia Legislativa da Bahia, é que “o jogo virou”, e que Jerônimo pode enfrentar a maior debandada de sua gestão desde o início do mandato.
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