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Enquanto Brasília ferve, o nome de Jair Bolsonaro volta ao centro das especulações com força de terremoto. Segundo A Tarde, fontes próximas ao caso afirmam que o ex-presidente “deve ser preso na próxima semana”, dentro do avanço das investigações sobre a suposta tentativa de golpe. Já O Antagonista foi além e cravou que a possibilidade de prisão “amanhã e soltura depois de amanhã” não está descartada, citando o vaivém jurídico que se tornou padrão no Brasil desde que o STF entrou de vez no campo político.
Nos bastidores, o clima é de tensão máxima: aliados de Bolsonaro temem que a ação da PF seja usada como munição eleitoral num momento em que Lula amarga índices de aprovação estagnados… somente 31% consideram o governo bom ou ótimo, segundo o último levantamento da Genial/Quaest, enquanto a rejeição alcança 38%.
A base bolsonarista avalia que uma prisão agora pode incendiar o país e oferecer ao PT um discurso artificial de “combate ao golpismo”, mesmo após sucessivas denúncias de abusos de autoridade e decisões polêmicas do STF. A aposta no governo, porém, é de que um movimento brusco contra Bolsonaro neutralizaria seu raio de influência nas eleições municipais… mas especialistas ouvidos por portais como Folha e Estadão alertam que o efeito pode ser inverso, reacendendo a mobilização da direita.
A dúvida que todo o Brasil repete hoje é a mesma: o que de fato está sendo preparado: Justiça ou estratégia eleitoral?
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