
A nova manobra do governo Jerônimo Rodrigues para tentar esconder o desastre de sua gestão foi revelada: uma narrativa forçada, plantada em redações por Adolpho Loyola, tenta vender a imagem de que Cesar Borges teria “aderido” ao petismo por livre convicção. Nada mais falso. Cezar Borges sempre foi petista. Foi ministro de Dilma Rousseff, braço direito de Jaques Wagner e, agora, reaparece com elogios rasgados ao pior governador da história da Bahia.
“Confesso aqui publicamente que é difícil encontrar uma pessoa tão cortês, amiga, aberta e de conversa fraterna como o senhor”, disse sobre Jerônimo, como se ninguém lembrasse do passado político de quem fora ministro da ex-guerrilheira Dilma Vana Rousseff.
Loyola aposta na desinformação para tentar emplacar a ideia de que Jerônimo está fortalecendo alianças políticas. A verdade é outra: a base petista está desmoralizada após a surra eleitoral que Bruno Reis deu em Geraldo Júnior, afundando o grupo de Jerônimo na capital. Nem Lula conseguiu segurar o vice-governador, que saiu humilhado das urnas, atrás até do PSOL e dos votos brancos e nulos.
A tentativa de Adolpho Loyola agora é minar ACM Neto, líder absoluto em todas as pesquisas para 2026.
As matérias “encomendadas por Loyola” têm um objetivo claro: sugerir uma “debandada” de figuras do União Brasil para o lado do PT. Só que a internet não perdoa. Grupos de WhatsApp, redes sociais e a rua mostram o contrário: Jerônimo não tem apoio nem da base dele. A rejeição cresce a cada dia. E o que restou ao governador foi apostar em velhas raposas da política como Cesar Borges: um político que nunca teve lado, só conveniência.
Cesar já foi aliado de Paulo Souto, depois de Geddel, depois de Dilma, agora volta a abraçar Jerônimo como se isso fosse novidade. O povo baiano sabe que esses movimentos têm tudo, menos coerência. Borges é apenas mais um político aposentado tentando uma última sobrevida num governo naufragado.
Como sempre, surfando na onda de quem estiver com a máquina na mão.
A Bahia sofre com violência, desemprego e abandono, e o que sobra ao PT é tentar manipular manchetes para maquiar o fracasso.
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