
O deputado Samuel Júnior, do Republicanos, deixou claro que não quer fazer figura decorativa na política baiana. Ao falar sobre uma possível liderança da oposição na Assembleia, ele frisou que só aceitaria o posto se for útil de fato: “Eu exercer um cargo de liderança, sem utilidade, eu deixo para outro”.
Atualmente como 1º secretário da Mesa Diretora, ele não pode disputar a liderança, mas não descarta a função em um próximo mandato.
“Espero não continuar mais na oposição. Não que eu mude de lado, mas espero que o governo mude de lado, porque eu estou cansado de ser oposição”.
As declarações do parlamentar de oposição à petezada baiana escancara o desgaste com o PT, que destruiu a Bahia ao longo de duas décadas. O parlamentar criticou o atropelo da base governista, que tem 44 deputados contra apenas 19 da oposição.
“O governo, quando vai pra cima, atropela”. Ele também apontou o esvaziamento interno no bloco opositor, causado pela pressão do poder estatal e pela omissão de alguns colegas: “Quando você fica em cima do muro, é mais fácil de levar pedrada dos dois lados”.
Em um estado mergulhado em violência, desemprego e caos na saúde, ser oposição ao desastre chamado Jerônimo Rodrigues é obrigação moral.
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