A situação política recente é um caos para a direita burra: a nomeação de Flávio Dino para o Supremo Tribunal Federal (STF) e as discussões em torno de narrativas impostas pela esquerda na opinião pública. A escolha de Dino nada mais é do que um reflexo da falta de ação efetiva da direita em momentos-chave, como as sabatinas de Cristiano Zanin, ex-advogado do ex-presidente Lula, e os desdobramentos envolvendo figuras da Operação Lava Jato, como Deltan Dallagnol e Sérgio Moro.
A incapacidade da direita em reverter a situação de Jair Bolsonaro, que se tornou inelegível, muito tem a ver com o foco da direita em “lacrar” nas redes sociais em vez de atuar de forma mais estratégica e eficaz no cenário político.

Eventos como a atitude de Carla Zambelli, apontando uma arma para um eleitor, e outras imbecilidades, são exemplos de ações que prejudicaram a imagem da direita diante da opinião pública e contribuíram para a vitória de Lula nas últimas eleições.
Além disso, a eficácia organizacional da esquerda em comparação com a direita, que teria falhado em mobilizar protestos significativos em várias capitais do Brasil, é nítida.
A burrice da direita brasileira já foi explicada até o cansaço pelo falecido Olavo de Carvalho quem previu um futuro dominado por governos socialistas no Brasil.
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