Em Copacabana, bairro icônico da zona Sul do Rio de Janeiro, a crescente inquietação com a segurança pública tem levado os moradores a uma nova forma de mobilização. Uma manifestação está prevista para ocorrer nesta sexta-feira (8) em frente à 12ª Delegacia, foco das investigações sobre os recentes episódios de violência e roubos na região. A iniciativa surge em um contexto de preocupação com a segurança local e a formação de grupos comunitários visando intervir na situação.
Um dos personagens centrais nesse cenário é William Correia, apelidado de “Xerife de Copacabana”. Ele ganhou notoriedade após publicar um vídeo convocando a comunidade para agir contra a criminalidade. O advogado de William, Bernardo Santoro, tem enfatizado nas redes sociais que a intenção é promover a vigilância de vizinhança em colaboração com as autoridades, e não ações de justiçamento ou agressão. A inspiração, segundo ele, vem de práticas consolidadas de vigilância comunitária nos Estados Unidos.
Outro nome que vem à tona é o do professor de educação física e mestre de jiu-jítsu Fernando Pinduka. Ele inicialmente apelou para o engajamento de academias e lutadores na região, mas depois esclareceu que a proposta não visa confrontos, mas sim um movimento de alerta e proteção.
Enquanto isso, a Polícia Civil do Rio está investigando tanto os assaltos no bairro quanto a formação desses grupos de moradores, especialmente após relatos e imagens nas redes sociais sugerindo possíveis atos de violência contra ladrões.

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