
O Brasil parou diante da tragédia envolvendo Raíssa Suelen Ferreira da Silva, jovem baiana de 23 anos, estudante de estética e Miss Teen de Serra Branca. Natural de Paulo Afonso, Raíssa foi encontrada morta em uma cova rasa na cidade de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, após uma semana desaparecida. Segundo a polícia, ela foi atraída com a promessa de um emprego e, durante a viagem, ao recusar uma investida do motorista de aplicativo e humorista Marcelo Alves, foi estrangulada com uma abraçadeira plástica.
O assassino confesso contou ainda com a ajuda do próprio filho para ocultar o corpo. Um vídeo que circula nas redes mostra Raíssa sorrindo e acenando, minutos antes de desaparecer.
A jovem tinha ido para Curitiba com o apoio do próprio assassino, que era conhecido apenas por alguns familiares. Ela chegou a morar com ele, mas havia se afastado e vivia com amigas. “Ela não estava mais próxima a ele”, disse a irmã, Natália Raiane. Raíssa fazia planos, tinha sonhos, acreditava que estava construindo um futuro diferente. “Era uma menina muito carinhosa, muito gente boa”, lamentou a irmã.
Agora, o Brasil se depara com mais um caso brutal de feminicídio. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, só em 2023, foram 1.463 mulheres assassinadas no país simplesmente por serem mulheres.
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