
O crescimento acelerado, e cada vez mais suspeito, do Banco Master tem um ponto de partida claro: a Bahia governada pelo PT. Foi ainda no estado, com operações ligadas à Credcesta, que o banco comandado por Daniel Vorcaro começou a se expandir de forma agressiva, sob a proteção política de Rui Costa, então governador, e de Jaques Wagner, principal cacique petista no estado. O que era apresentado como inclusão financeira hoje aparece como o embrião de um dos maiores escândalos financeiros da história recente.
Documentos revelados pela Polícia Federal mostram que, após pedido direto de Wagner, o Banco Master pagou por uma consultoria de um escritório ligado a Ricardo Lewandowski, à época ministro da Justiça no governo do Luiz Inácio Lula da Silva.
A revelação reforça a ligação direta entre o banco, o PT e figuras centrais do atual governo federal, levantando suspeitas graves sobre tráfico de influência, uso político do sistema financeiro e favorecimentos milionários bancados com dinheiro que deveria ter fiscalização rígida.
O escândalo do Banco Master se soma agora à roubalheira contra aposentados via INSS, formando um enredo que coloca o PT como protagonista central de uma engrenagem bilionária de desvios, montada desde a Bahia e ampliada no governo Lula.
O que antes era vendido como política social hoje aparece, para muitos brasileiros, como um esquema nacional que mistura poder político, bancos “amigos” e prejuízo direto para quem mais precisa.
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