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ESG: entenda por que a área tem se tornado um campo de oportunidades para administradores




Integrar fatores ambientais, sociais e de governança corporativa (Environmental, Social and Governance – ESG, expressão em inglês) no modelo de negócios e cultura organizacional é um desafio cada vez mais exigido no mundo organizacional. Dada a sua relevância, a estratégia tem sido levada em consideração até nas decisões de investidores e financiadores. De acordo com pesquisa da PwC Brasil, 79% dos gestores de ativos, analistas de grandes empresas e bancos de investimento e corretoras entrevistados afirmam que o ESG é importante nas tomadas de decisão de investimentos e 49% declaram que retirariam os investimentos de uma empresa se ela não demonstrar ações concretas em ESG.

Conforme o relatório “Future of Jobs”, do Fórum Econômico Mundial, o especialista em ESG é a segunda profissão na lista das carreiras do futuro, com a previsão de surgimento de um milhão de novas vagas na área até 2027. Conforme o “Guia Salarial 2023”, um profissional especializado em ESG pode receber salários que variam de R$ 6 mil a R$ 35 mil.

No caso dos profissionais de Administração, que já possuem um amplo campo de atuação – como Gestão Financeira; Gestão de Recursos Humanos; Gestão de Marketing; Logística; Planejamento Estratégico; Comércio Exterior; Auditoria; Consultoria; Controle de Produção e Gestão Ambiental – dada a importância do ESG no mundo corporativo, surgem oportunidades para atuarem como guardiões desses princípios em instituições públicas e privadas.

Especialista em Direito, Governança e Políticas Públicas e professora da Universidade Salvador (UNIFACS), Marta Cardoso lembra que os profissionais da área lidam com insumos disponibilizados pelas empresas de ações já existentes, mas precisam de conhecimento para saber o que fazer com as informações. “As empresas já executam suas ações sociais, ambientais e de governança. O profissional precisa juntar esses dados e usá-los para propor novas ações ou aconselhar o que precisa ser melhorado para que a organização empreenda”, afirma.

Crédito: Bruno Concha/Secom/PMS

Perfil profissional – O perfil do profissional de Administração que busca trabalhar com ESG não se difere do que o mercado já demanda dos demais profissionais que atuam na área. O diferencial é que ele tenha, também, consciência ambiental. “O administrador precisa entender de meio ambiente; precisa se preocupar com a sociedade na qual está inserido enquanto organização para que essa empresa melhore a sociedade”, opina a especialista.

Especialização – Assim, se antes os profissionais podiam se especializar apenas em uma parte do tema, como governança ou meio ambiente, agora ele precisa de um conhecimento mais amplo. Além disso, não são apenas os novos profissionais que devem buscar ter conhecimento do assunto. Quem já faz parte do mercado de trabalho ou deseja mudar de área também pode se aprofundar no tema.

“Um administrador que entrou na área, há uns oito anos, não ouvia falar com tanta veemência sobre ESG e, agora, é um requisito importante dentro da área. Então, ele precisa de um curso e o mercado já possui opções variadas para a área, desde aqueles com abordagem mais ampla até MBA, com aspectos mais específicos sobre o tema”, afirma a docente da UNIFACS.

Ela diz que o administrador precisa trabalhar, também, na construção de um bom networking, que vai lhe proporcionar estar acompanhado das pessoas certas e agregar ao negócio da empresa. A especialista ainda elenca um terceiro fator: “a capacidade de mostrar para a empresa que a área é importante, apresentando chances e oportunidades para os líderes, fazendo com que a organização lhe descubra como alguém para tocar as demandas de ESG.”




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Sobre Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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