
A crise dentro da base petista na Bahia ganhou contornos ainda mais graves após a revelação publicada pelo Estadão de que o senador Otto Alencar teria classificado como “carniça” a chamada chapa “puro-sangue” do PT no estado, formada por Rui Costa, Jaques Wagner e Jerônimo Rodrigues.
A fala, segundo o jornal, caiu como uma bomba tanto em Brasília quanto em Salvador, a ponto de o próprio Lula ser acionado para tentar conter o desgaste.
A assessoria de Otto nega a declaração, mas o estrago político já estava feito e expôs, de forma crua, o racha interno e o esgotamento do projeto petista no comando da Bahia.
Nos bastidores e nas ruas, a percepção é ainda mais dura: Jerônimo é apontado por ampla parcela da população como o pior governador da história do estado, reflexo direto do avanço da violência, do colapso na segurança pública e da falta de entregas concretas após quase duas décadas de domínio petista.
A declaração atribuída a Otto, ao chamar a própria chapa de “carniça”, apenas verbaliza o que muitos aliados já admitem em silêncio.
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