
O crime organizado virou regra na Bahia nestes 20 anos do PT no poder. Na Bahia, facções como o Comando Vermelho (CV) já usam “tropas” para tomar cidades no Recôncavo, como Cachoeira e Muritiba, expulsando grupos rivais.
Em Salvador, o PCC avançou pelos bairros Sussuarana, Pau da Lima, Canabrava e Brotas, redesenhando o mapa do tráfico e impondo toque de recolher informal. Bancos de internet são extorquidos em até R$ 40 mil por mês para operar nos territórios dominados.
Nada disso mostra controle do governo estadual. O governador Jerônimo Rodrigues se torna figura decorativa diante dessa escalada: perdeu a guerra contra a criminalidade e a grande maioria dos eleitores (inclusive petistas) já o consideram o pior governador da história da Bahia.
As facções atuam com liberdade, definem rotas, disputam território e impõem ordem própria enquanto o governo estadual recua em silêncio.
O resultado é um Estado dominado por armas, medo e quadrilhas que agem em plena luz do dia. Para a maioria dos baianos, Jerônimo hoje não governa: ele sobrevive sob o domínio do crime.
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