Tânia Rêgo / Agência Brasil
Antigos assessores do ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, rebateram as declarações do atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre o déficit fiscal do governo Lula. Haddad havia afirmado que o déficit é resultado da gestão anterior.
No entanto, os ex-assessores de Guedes apresentaram dados técnicos contestando essa visão. Eles destacaram que houve uma reversão significativa dos resultados fiscais entre 2022 e 2023, com o resultado nominal do setor público consolidado piorando em R$ 507,9 bilhões (4,3% do PIB).
Os aliados de Guedes também argumentaram que a PEC de transição, que criou um espaço fiscal de R$ 200 bilhões, foi a principal responsável pelo aumento do déficit, e não os precatórios pagos em 2022, como alegado por Haddad.
Segundo eles, o ritmo diário de endividamento aumentou de R$ 0,7 bilhão para R$ 2,3 bilhões por dia, sendo que a maior parte desse valor refere-se ao período do atual governo.
Eles concluem que os números apresentados por Haddad não refletem a realidade da gestão anterior e que o déficit fiscal herdado foi exagerado.
A Prefeitura, por meio da Empresa Salvador Turismo (Saltur), abriu na última segunda-feira (31) as…
Com o aumento de registros do peixe-leão no litoral baiano, a Prefeitura de Lauro de…
Alexandre de Moraes mandou Leandro de Jesus depor à PF após o deputado baiano pedir…
ACM Neto afirma que influência de Lula mudou na Bahia, critica voto casado e alerta…
ACM Neto (União Brasil) reforçou o discurso de enfrentamento ao crime organizado e voltou a…
Flávio Dino determinou o retorno de Andrei Rodrigues ao comando da Polícia Federal e ampliou…
This website uses cookies.