
O ex-secretário do governo Trump, Mike Benz, fez uma acusação gravíssima: segundo ele, a CIA interferiu diretamente nas eleições brasileiras de 2022 para impedir a reeleição de Jair Bolsonaro. Em depoimento à Câmara dos EUA, Benz afirmou que o governo Biden teria canalizado “milhões de dólares para ONGs e entidades no Brasil com o objetivo de manipular a narrativa e favorecer a esquerda”. Benz também declarou que a eleição brasileira foi “o mais importante projeto internacional do governo Biden” e que a ação norte-americana teve apoio da imprensa e de redes sociais brasileiras.
A denúncia atinge em cheio a credibilidade do processo eleitoral conduzido pelo TSE e coloca em xeque a independência do Brasil diante de interesses estrangeiros.
Em outra frente, Benz apontou que houve uma operação coordenada para “construir uma infraestrutura de censura nas eleições do Brasil” com a participação direta de agências dos EUA. O mais grave é que, segundo ele, essa estrutura teria sido montada com o apoio da própria CIA, que se infiltrou em diversas camadas da comunicação digital brasileira.
O ex-secretário ainda citou que “Bolsonaro foi colocado na mesma gaveta de Trump, como um inimigo a ser eliminado” e revelou que o trabalho de manipulação foi articulado desde 2020, logo após a vitória de Biden.
As denúncias chegaram ao Congresso americano, e parlamentares querem investigar a fundo como a CIA teria agido no Brasil, enquanto por aqui, o silêncio das instituições é ensurdecedor. A interferência nos bastidores, o uso de verbas bilionárias e a tentativa de derrubar governos conservadores na América Latina parecem seguir um roteiro já conhecido.
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(Com informações do site Metrópoles e Diário do Poder)
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