
A morte de mais um oficial da Polícia Militar em Salvador escancara aquilo que o povo baiano já sente na pele todos os dias: a segurança pública simplesmente deixou de ser prioridade no governo da Bahia. Sob o comando de Jerônimo Rodrigues, o estado se consolidou como um dos mais violentos e homicidas do Brasil, liderando rankings nacionais de mortes violentas e convivendo com a sensação permanente de medo.
A bandidagem age à vontade, em plena luz do dia, em áreas nobres e populares, enquanto o governo se limita a discursos vazios e frases de efeito que não se traduzem em proteção real para a população.
O cenário é de completo descontrole. Policiais são assassinados, trabalhadores são vítimas constantes da criminalidade e famílias vivem reféns da insegurança, sem que haja um plano firme, consistente e eficaz por parte do Palácio de Ondina. Para a maioria dos baianos, Jerônimo já é visto como o pior governador da história recente do estado, incapaz de enfrentar o crime organizado e de garantir o básico: o direito de ir e vir com segurança.
A Bahia não aguenta mais quatro anos desse modelo fracassado, marcado pela omissão, pela falta de comando e pelo avanço acelerado da violência em todos os cantos do estado.
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