
O presidente Lula nomeou o deputado Guilherme Boulos (PSOL-SP) como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, em substituição a Márcio Macêdo. O movimento, confirmado em nota oficial nesta terça-feira (21), representa uma guinada ainda mais à esquerda dentro do governo petista.
Conhecido por discursos radicais, invasões de propriedade e vínculos com o MTST, Boulos assume um dos cargos mais próximos do presidente com a missão declarada de “colocar o governo na rua”.
A entrada de Boulos é vista por analistas como a consolidação da ala mais ideológica e militante do governo, em meio à queda de popularidade de Lula e ao desgaste do PT com a classe média. Nos bastidores, cresce o temor de que o novo ministro use a estrutura da Presidência para reviver pautas extremistas e mobilizações de rua em defesa do governo.
O Planalto tenta vender a nomeação como “renovação”, mas o recado é claro: Lula está entregando espaço a um dos nomes mais radicais da política brasileira, num momento em que o país precisa de estabilidade, não de agitação.
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