
O colapso da segurança pública na Bahia tem nome e sobrenome: Jerônimo Rodrigues, o governador que transformou o estado num campo de guerra após duas décadas de domínio petista. Para enfrentar essa tragédia, a Fundação Índigo promove nesta quarta-feira (5), no Hotel Fiesta, em Salvador, o evento “SOS Bahia – Caminhos para mudar a segurança pública do nosso estado”.
O encontro reunirá nomes como ACM Neto, Ronaldo Caiado, Bruno Reis, Rodrigo Pimentel e Caio Coppolla, todos unidos por um objetivo: dar um basta no terror imposto pelo pela petezada em todo o país.
Em entrevista, o prefeito Bruno Reis foi direto: “Hoje a violência atinge os mais pobres. Facções impõem toque de recolher, controlam serviços e dominam territórios. O Estado sumiu.”
Bruno lembrou que Salvador e Feira de Santana figuram entre as 50 cidades mais violentas do mundo, segundo novo levantamento de 2024, e reforçou que a Guarda Municipal tem atuado para suprir a ausência do governo estadual. “Os prefeitos vão ter que assumir essa responsabilidade porque o governo do estado não tem mais capacidade de resposta”, disparou.
Os números não mentem: a Bahia, sob comando do PT, já superou 62 mil homicídios, contra 45 mil no Rio de Janeiro e 32 mil em São Paulo — mesmo com população bem menor. A comparação escancara a falência do modelo petista e reforça o contraste com experiências bem-sucedidas como a de Goiás, comandada por Ronaldo Caiado, que reduziu drasticamente os índices de violência após assumir o governo.
O evento também marcará o início da construção do plano municipal de segurança para Salvador.
Enquanto Jerônimo Rodrigues enterra a Bahia em dívidas e sangue, é a oposição que apresenta propostas concretas. O encontro da Fundação Índigo deve reunir público expressivo e marcar um novo passo para que a Bahia, enfim, rompa com a barbárie que se instalou nos últimos 20 anos.
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