
A Bahia segue mergulhada numa onda de terror imposta pelo crime organizado. Em Salvador, um adolescente foi morto a tiros dentro de um bar no bairro da Fazenda Coutos, e um idoso acabou baleado na mesma ação criminosa. Horas depois, em outro ponto do estado, um jovem foi executado em um “tribunal do crime”, teve o coração arrancado e o corpo deixado para trás como recado da facção.
Esses dois episódios, ocorridos no mesmo dia, reforçam a tragédia de um estado que convive com chacinas diárias e que, sob Jerônimo Rodrigues, acumula o pior índice de homicídios do Brasil.
Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que, só em 2023, a Bahia registrou mais de 5,4 mil mortes violentas… uma média de quase 15 assassinatos por dia.
A crueldade dos casos revela um governo que perdeu totalmente o controle.
No interior, facções impõem “leis” próprias, aplicando julgamentos bárbaros contra jovens, enquanto na capital a população é refém de ataques armados em plena luz do dia. O discurso de Jerônimo sobre “cuidar de gente” cai por terra diante de uma realidade em que trabalhadores, idosos e adolescentes viram estatística.
Com 20 anos de PT no poder, a Bahia se transformou em palco de execuções brutais, onde a vida humana vale cada vez menos e o medo se espalha de norte a sul.
(Com informações do Correio)
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