Marcos Oliveira / Agência Senado
O Instituto Inorte, uma ONG do Amapá, entrou na mira da Controladoria-Geral da União (CGU) por suspeitas de irregularidades envolvendo R$ 3 milhões em emendas parlamentares dos senadores Randolfe Rodrigues (PT-AP) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Os recursos foram usados para realizar festivais no estado, mas a CGU apontou falta de transparência, sobrepreço de até 193,89% e ausência de critérios claros na escolha da organização, que sequer tinha capacidade técnica para os serviços contratados.
Segundo a Controladoria, empresas subcontratadas têm ligações diretas com membros da ONG, o que configura grave risco ao uso do dinheiro público.
Randolfe e Alcolumbre negam qualquer relação com a ONG e alegam que as verbas foram repassadas legalmente às prefeituras e ao governo estadual. No entanto, a CGU revelou que o Inorte terceirizou todos os serviços, e parte das empresas contratadas pertencem a pessoas ligadas à entidade.
Além disso, os eventos promovidos com as emendas, como o “Viva Santana 2023” e a Festa de São Tiago, foram amplamente divulgados nas redes sociais com a presença e o nome de Randolfe. Apesar das denúncias, o instituto defendeu os custos elevados citando “desafios logísticos” na região amazônica, enquanto a Prefeitura de Santana e o governo do estado pouco esclareceram sobre as irregularidades.
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