
Flávio Bolsonaro (PL) apresentou propostas para enfrentar o endividamento de famílias e empresas e reduzir normas que, segundo sua equipe, aumentam a burocracia. Uma das medidas prevê que o governo compre dívidas de inadimplentes e as refinancie pela Caixa Econômica Federal, com juros menores e prazos mais longos. A proposta foi apresentada como um plano para aliviar o orçamento e estimular a retomada do crédito.
O modelo prevê carência de seis meses para pessoas físicas e de um ano para empresas. Durante esse período, as dívidas ficariam congeladas, sem pagamento de parcelas ou reajuste, segundo o candidato.
Flávio também propõe reabrir o acesso ao crédito para quem quiser investir em um negócio ou abrir uma empresa. As condições finais e o custo total do programa ainda não foram detalhados nas reportagens sobre o anúncio.
Outra medida em elaboração é a revogação de cerca de mil atos infralegais, como decretos, portarias, resoluções e instruções normativas.
De acordo com informações divulgadas pela CNN Brasil, a campanha prevê uma primeira etapa já no primeiro dia de um eventual governo e outra ao longo dos 90 dias seguintes.
A equipe estaria mapeando, entre outros pontos, comitês e grupos de trabalho em funcionamento nos ministérios.
O plano também inclui uma nova versão da Lei da Liberdade Econômica, legislação que busca reduzir burocracias e facilitar a atividade empresarial.
Como a proposta envolve alterações legais, ela precisaria ser encaminhada ao Congresso. As medidas fazem parte de um programa em construção e dependem de uma eventual eleição de Flávio Bolsonaro e, em alguns casos, de aprovação legislativa.
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