“Era impossível, no passado, pensar em atingir um objetivo como esse. Pelo contrário. Em 2013, foram encontradas dívidas da gestão anterior com os fornecedores e, se a Prefeitura não paga em dia, a outra parte não vai cumprir o seu serviço com qualidade. Então, eram veículos sem manutenção, conservação ou quebrados – às vezes, a Transalvador e a Guarda Municipal, por exemplo, não conseguiam cumprir direito o seu papel. Agora, uma licitação como essa atrai empresas de todo o país”, relatou ACM Neto.
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