Geddel Vieira Lima pressiona e Jerônimo Rodrigues aceita todas as demandas do ex-presidiário emedebista

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Depois do alerta feito pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima, que já esteve preso como consequência da operação “Cui Bono” e hoje é o principal articulador político do governo Jerônimo Rodrigues (PT), o clima no Palácio de Ondina ficou tenso.

Geddel, que coordenou pessoalmente a campanha de Jerônimo em 2022 e segue mandando e desmandando na atual gestão, usou as redes para avisar que ACM Neto pode voltar ao jogo em 2026 e “dar trabalho” ao PT. A mensagem, marcada diretamente para Jerônimo, Rui Costa e Jaques Wagner, acendeu o sinal vermelho no governo mais rejeitado da história da Bahia.

Em resposta, Jerônimo pressionou para que se braço direito, Adolpho Loyola corra para se reunir com Geddel, o irmão Lúcio e os deputados do MDB, tentando manter o partido na base e evitar um racha.




Nos bastidores, a influência de Geddel é tamanha que até os presídios da Bahia estão sendo administrados por um aliado escolhido a dedo por ele, mostrando o peso que o ex-ministro tem dentro do governo. Enquanto o MDB pressiona para manter a vice de Geraldo Júnior e o PSD ameaça pular do barco, Jerônimo segue ganhando tempo e empurrando decisões estratégicas, como indicações ao Tribunal de Contas.

A aposta do PT é segurar os aliados com cargos e promessas, mas o cenário é de incerteza total.

 







Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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