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Geraldo Alckmin: “a reforma política é a primeira das reformas”

Crédito: Paulo Whitaker/REUTERS

O candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin (PSDB), criticou o presidencialismo e disse que a reforma política é a “primeira das reformas”. “No presidencialismo, é campanha de baixo nível, é embate de pessoas, canelada. Parlamentarismo discute propostas”, afirmou, durante evento com presidenciáveis promovido pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (UNECS).

Alckmin disse que o “lado bom” do presidencialismo é a “força do voto” e defendeu que o presidente eleito aproveite o cacife político para fazer reformas. “Pretendo fazer reformas com aliança com grandes partidos. Todo partido tem gente boa, mesmo os de oposição a ele”, completou.

O candidato defendeu mudanças no sistema político e ressaltou que o mundo inteiro tem parlamentarismo com voto por lista ou voto distrital. Ele disse ainda que o Judiciário errou ao vetar a cláusula de barreira, que restringe a atuação de candidatos ou partidos que não alcançarem porcentual mínimo de votos.

O tucano voltou também a falar sobre a necessidade da aprovação de reformas. Ele afirmou que, para isso, é preciso ter maioria no Congresso Nacional. “Uma coisa é intenção, outra é aprovação”, disse.

Empregos

Alckmin defendeu também estimular o setor de construção civil como forma de criar empregos em larga escala. Segundo o tucano, o Brasil precisa de obras em infraestrutura e saneamento básico para ajudar a diminuir o número de desempregados no País.

“Precisamos de obra, infraestrutura, saneamento básico. O crescimento na construção civil cria uma barbaridade de empregos”, disse o tucano.

No evento, Alckmin foi apresentado a uma faixa de alguns metros que representava a burocracia para abrir e fechar uma empresa no País. Diante disso, prometeu fazer um mutirão para simplificar e desburocratizar essas exigências. “A UNECS já está convocada para um mutirão pela simplificação e desburocratização”, afirmou. Ele aproveitou para defender que o Estado não deve ser empresário, mas apenas planejador e fiscalizador.

Na área de segurança, Alckmin foi questionado sobre a situação nas fronteiras e defendeu a criação de uma Guarda Nacional. “Vou criar uma Guarda Nacional. País não pode ficar emprestando policial de um Estado para o outro”, disse.

Fonte: Estadão Conteúdo

 

Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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