O governador do Maranhão, Flávio Dino disse não ser alvo da Polícia Federal e Supremo Tribunal de Justiça no inquérito que investiga a farra dos respiradores. No auge da pandemia o grupo que Dino integrava junto a outros governadores de esquerda, o Consórcio Nordeste, “comprou” 300 respiradores em uma loja de maconha no valor de R$ 48 milhões. Os respiradores nunca chegaram.
O governo do Maranhão pagou quase R$ 9 milhões para receber o equipamento. Dino não explicou o rombo e como o Estado irá receber o dinheiro de volta. Dino responsabiliza o governo da Bahia e o Consórcio Nordeste pela “compra” na loja de maconha.
Nota oficial enviada ao blog Marco Aurélio Deca:
- Não há nenhuma investigação na Polícia Federal contra o ex-governador Flávio Dino. A própria matéria se refere a outros estados como alvos da operação policial;
- A compra questionada foi efetuada na Bahia, não no Maranhão. O consórcio Nordeste é uma autarquia, que responde juridicamente pelos seus atos;
- Sobre a empresa que não cumpriu o contrato, ela está sendo processada perante o Poder Judiciário da Bahia, onde ocorreu a compra, para devolver valores pagos.

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