
O Brasil deve enfrentar uma nova greve nacional de caminhoneiros ainda nesta semana, segundo entidades da categoria como a CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística). A principal queixa gira em torno do não cumprimento do piso mínimo do frete, criado por lei após a paralisação de 2018, além da alta do diesel, que segue pressionando os custos do setor.
De acordo com dados da ANP, o preço médio do diesel no país já ultrapassa R$ 6 por litro em diversas regiões, o que tem reduzido drasticamente a margem dos transportadores.
Diante do risco de paralisação, o “governo” Lula anunciou que pretende endurecer a fiscalização do piso do frete e divulgar novas medidas ainda nesta quarta-feira (18), numa tentativa de evitar bloqueios nas estradas.
A avaliação é de que uma greve neste momento irá impactar diretamente o abastecimento, a inflação e a economia, já que cerca de 65% de toda a carga transportada no Brasil depende do modal rodoviário, segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT).
Lideranças da categoria seguem mobilizadas e não descartam cruzar os braços caso não haja avanço imediato nas negociações.
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