
A Bahia atravessa um cenário de barbárie que não poupa nem policiais.
Um PM foi baleado durante uma tentativa de assalto em Salvador e precisou ser socorrido de helicóptero para sobreviver. No mesmo fim de semana, um adolescente foi morto dentro de uma barbearia na Federação, o dono também saiu ferido, e um homem acabou assassinado a tiros em plena festa, com uma mulher baleada ao lado.
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a Bahia registrou mais de 5.600 homicídios em 2023, permanecendo no topo do ranking nacional da violência. O governo de Jerônimo Rodrigues assiste à escalada sem reação, transformando o estado em território fértil para os criminosos mais violentos.
Está claro que Jerônimo perdeu a guerra contra a criminalidade. Em vez de respostas, o governador oferece silêncio, enquanto a população se torna refém da violência diária.
Salvador e Região Metropolitana vivem sob medo, e cada nova tragédia reforça a percepção de que a Bahia foi entregue a homicidas, num estado onde o governo petista abandonou a segurança pública ao seu próprio colapso.
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