
Jerônimo Rodrigues mais uma vez fugiu do óbvio e insistiu em sua narrativa desconectada da realidade. Durante coletiva nesta quarta-feira (12), o governador da Bahia tentou se esquivar da responsabilidade sobre os altíssimos impostos que pesam no bolso da população mais pobre, como o ICMS sobre o óleo diesel e produtos da cesta básica.
Enquanto qualquer um entende que a tributação impacta diretamente no preço final, Jerônimo preferiu culpar o tal “mercado malvadão” e a “mão invisível da economia”, conceitos abstratos que não pagam a conta do trabalhador.
O governador ainda teve a ousadia de dizer que a agricultura familiar é a solução para a alimentação do povo baiano, ignorando completamente a necessidade de uma política econômica séria e estruturada. “O quanto nós fizemos, por exemplo, pela agricultura familiar, que é quem gera alimentos, é quem influencia diretamente na cesta básica”, afirmou, como se pequenos produtores tivessem capacidade de abastecer todo o estado.
Além disso, se vangloriou de abrir mão de arrecadar impostos para atrair indústrias, mas esqueceu de mencionar que a Bahia segue afugentando investimentos por falta de segurança pública e infraestrutura precária.
Na tentativa de desviar o foco, Jerônimo exaltou a parceria com Lula, como se depender do governo federal fosse sinônimo de desenvolvimento. O problema é que, assim como na Bahia, o Brasil sob o PT também patina com inflação alta, desemprego e crise no setor produtivo.
A verdade é que o governador evita reconhecer os erros e segue vendendo promessas vazias enquanto o estado afunda ainda mais na crise econômica e social.
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