Na Argentina, o mês de dezembro de 2022 teve uma inflação de 5,1% segundo o Índice de Preços ao Consumidor do país vizinho. A inflação de 2022 chegou a 94,8%, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). Os setores que mais sofreram com as consequências de um governo populista de extrema-esquerda, “peronista”, foram restaurantes e hotéis (+7,2%); bebidas alcoólicas e tabaco (+7,1%); serviços domésticos (+5,9%); e transportes (+5,8%).
Para 2023, a perspectiva do Banco Central é de que a taxa de inflação anual argentina deve chegar a 84%, e cair para 63% em 2024. Em 2021 o país registrou índice de 50,9%.

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