
Em relação à decisão do nova direção do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) sobre uma possível saída do vereador Téo Senna da liderança do partido na Câmara, o primeiro vice-presidente da Casa, vereador Isnard Araújo, declarou à imprensa na tarde desta segunda-feira (13), na saída do plenário, que não aceita ser líder e lamenta a posição do novo comando da legenda.
“Eu não aceitei, eu não quis ser o líder. Coloquei também a vice-presidência à disposição do partido. Lamento o desconhecimento do nosso novo presidente que não conhece o Regimento Interno da Casa, porque tentou destituir uma coisa que não tem capacidade e não tem poder pra isso, porque o líder é constituído pela bancada. Ele, desconhecendo o nosso Regimento fez algo que, infelizmente, para nós vereadores é lamentável, porque tira a nossa condição e capacidade de votar e de escolha. Eu, como vice, não aceitei ser o líder e lamento muito. Espero que nós possamos ter um presidente que eu já nem sei mais se será o Zé Raimundo. Já mudou, agora é Edson Pimenta. Eu estou confuso e, infelizmente, continuar no partido desse fica muito dificil”, lamenta Isnard.
O vice-presidente da Casa adiantou que a saída diante de impasse é trocar de partido. “Infelizmente, a saída é outro partido. O partido está com um rumo diferente. Já se fala em ir pra Rui Costa sem consultar os vereadores. Eu, Téo Senna, Igor Kannário e Cátia Rodrigues, nenhum dos quatro foi consultado e nenhum de nós fomos convencidos e muito menos dispostos em irmos para Rui Costa”, finaliza o edil.
Rafael Santana
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