
Depois de 8 anos prometendo a ponte Salvador-Itaparica, o senador Jaques Wagner resolveu debochar das críticas e jogar a culpa na Covid, na profundidade da água e até em quem, segundo ele, só pensa em “pintar meio-fio”. A verdade é que a ponte virou símbolo da enganação petista na Bahia… promessa repetida por Rui Costa, Jerônimo Rodrigues e o próprio Wagner, e que até hoje não saiu do papel.
A obra “tamanho G”, como ele chama, já consumiu tempo, dinheiro, marketing político e paciência do povo, mas sem entregar um único metro de concreto.
Em vez de explicar o fracasso, Wagner atacou Bruno Reis e quis tomar pra si até o mérito do que foi feito com verba federal ou municipal. Pra completar o vexame, ainda defendeu os atrasos na nova rodoviária e no metrô como se fossem conquistas.
O discurso é o mesmo de sempre: desviar a atenção da realidade de uma Bahia estagnada, afundada em promessas, com o pior governador da história no comando e um sistema de mobilidade que só anda no gogó.
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