Feito em IA - Nano Banana
Jaques Wagner deixou a liderança do governo Lula no Senado nesta quarta-feira (24), depois de se reunir com o presidente e anunciar que a decisão foi tomada “em comum acordo”. Na prática, a saída vem no rastro do desgaste provocado pela Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que colocou o senador baiano no centro das suspeitas envolvendo o Banco Master e abriu uma crise política pesada dentro do Palácio do Planalto.
O ponto mais sensível é que a PF apura se Wagner teria recebido vantagens indevidas ligadas ao esquema do Banco Master, incluindo um apartamento de luxo em Salvador avaliado em cerca de R$ 2,4 milhões, além de outros benefícios investigados.
A operação cumpriu mandados em endereços ligados ao senador, e o caso ganhou ainda mais impacto por envolver um dos nomes mais próximos de Lula, ex-governador da Bahia e peça central da articulação do governo no Congresso. Wagner nega irregularidades e diz que vai provar sua inocência.
A queda da liderança não apaga o estrago político. Pelo contrário: escancara que o escândalo do Banco Master deixou de ser apenas um caso policial e virou uma bomba no colo do governo.
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