
Um depoimento do ex-chefe da inteligência militar venezuelana Hugo Armando Carvajal Barrios, conhecido como “El Pollo”, está provocando reações fortes em Brasília e vai direto ao ponto: segundo ele, “o governo venezuelano financiou ilegalmente movimentos políticos de esquerda no mundo durante ao menos 15 anos”.
No Brasil, El Pollo cita diretamente Luiz Inácio Lula da Silva como um dos beneficiados. O próprio presidente argentino Javier Milei compartilhou recentemente uma publicação que reforça esse relato, afirmando que “muitas máscaras cairão”.
Para o leitor daqui da Bahia e do Brasil que está cansado das manobras da esquerda, isso representa mais do que rumor: é uma acusação formal que atinge o cerne da bolha petista-internacional.
Carvajal afirma que ao ocupar o cargo em Caracas “recebi uma grande quantidade de relatórios que mostravam que esse financiamento internacional estava ocorrendo”, e cita, além de Lula, nomes como Néstor Kirchner (Argentina), Evo Morales (Bolívia), entre outros.
É preciso dizer, porém: até o momento não há verificação pública completa que comprove cada centavo do suposto esquema e a assessoria do descondenado petista Lula nega que ele tenha recebido valores.
A acusação abre brecha para novas investigações, cobrança e explicações.
Este é um momento-chave: seja qual for o desfecho, revelar interações financeiras entre regimes autoritários e políticos nacionais muda o patamar da discussão sobre soberania, democracia e financiamento de campanhas no Brasil.
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