
Enquanto o Brasil segue perdendo espaços na guerra contra o narcotráfico, a vizinha Argentina avança: o governo de Javier Milei anunciou a criação de uma nova força, a Policía Migratoria, para reforçar o controle nas fronteiras e a Agência Nacional de Migrações irá funcionar com modelo similar à americana “Homeland Security”.
Ao mesmo tempo, a ministra de Segurança argentina Patricia Bullrich afirma que as operações de repressão às gangues secaram exportações de cocaína e que não foram detectados envios para a Europa em 2024.
No Brasil, entretanto, apesar da gravidade dos números, como a presença de facções em boa parte da Amazônia legal; o governo federal rejeitou atender ao apelo dos EUA para classificar facções criminosas como organizações terroristas.
O Partido dos Trabalhadores (PT) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nunca adotaram uma postura de confrontação direta, decisão que contrasta com o avanço argentino e que deixa o Brasil em situação de fragilidade perante traficantes e organizações criminosas.
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