
Enquanto Jerônimo Rodrigues passeia pelos bastidores da política tentando garantir apoio para 2026, moradores de Salvador enfrentam uma guerra urbana. No fim da tarde desta quarta-feira (30), o bairro de Vila Canária foi tomado pelo medo após traficantes do Comando Vermelho imporem toque de recolher. Armados, eles exigiram o fechamento de comércios após a morte do líder da facção, Del Barreto. O governo, como sempre, não deu as caras.
Quem vive na Bahia hoje está entregue ao crime e o governador segue mudo, ocupado demais com alianças e politicagem.
Os relatos são de terror: criminosos circulando nas ruas, forçando lojistas a baixarem as portas. Tudo isso com a conivência de um Estado que já perdeu o controle faz tempo. E não é um caso isolado. A disputa por território entre facções cresce em vários bairros, como São Marcos, e já virou rotina.
A insegurança avança por terra, mar e asfalto. Dados oficiais do Sinesp mostram que 25 carros são roubados por dia na Bahia. São 2.264 ocorrências em apenas três meses. Isso sem contar os furtos — já são 1.562 só neste ano. E, segundo especialistas, o número real pode ser muito maior, já que muita gente nem perde tempo em ir à delegacia, ciente de que não vai acontecer nada.
A Bahia hoje é o estado mais violento do Brasil. Não por acaso. São mais de 20 anos de abandono sob a gestão do PT.
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