Jerônimo Rodrigues e a Polícia Militar: baianos querem segurança e resposta às facções mais violentas e criminosas do Brasil

Jerônimo Rodrigues não aceita o fato de que a maior parte do eleitorado baiano aprova e encoraja o trabalho da Polícia Militar, tanto na prevenção quanto na repressão a marginais e vagabundos.

Baiano gosta de polícia que age como polícia.




Para justificar sua antipatia pela PM, Jerônimo se ancora em pseudo-intelectuais, como o coordenador de sua campanha, Felipe Freitas. Eles repetem que a falta de oportunidades e a pobreza alimentam a criminalidade, como se ser pobre fosse sinônimo de virar vagabundo.

São esses e outros “intelectuais” que apontam o dedo para o policial militar, que arrisca a própria vida diariamente em condições extremas.

O entorno de Jerônimo Rodrigues se volta contra as próprias pesquisas e questiona como o baiano médio, trabalhador e honesto, pode aprovar o trabalho da PM.

O que Jerônimo Rodrigues ainda não entendeu, e talvez nunca entenda, é que os baianos chegaram ao limite da tolerância com a criminalidade. Não há política de prevenção ao crime mais efetiva do que a punição.

A Bahia precisa de um Bukele, urgente!

Se enxergasse o óbvio, porém, Jerônimo não seria Jerônimo. Negar aspectos da realidade que contradizem sua ideologia faz parte de sua essência radical.







Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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