
Prometida desde 2013, ainda no governo de Jaques Wagner, a Ponte Salvador–Itaparica segue sem uma estaca cravada em 2025, após passar também por Rui Costa e voltar a ser promessa no governo de Jerônimo Rodrigues.
No papel, o projeto acumulou contratos, estudos e aditivos, incluindo a contratação de assessoria técnica por R$ 183 milhões, segundo publico Bahia.ba, além de outros gastos com modelagens, revisões e estruturas administrativas. Ou seja. Dinheiro público empregado ao longo de mais de uma década sem obra iniciada, enquanto prazos foram sucessivamente empurrados.
Além do atraso crônico, a gestão atual criou uma secretaria específica para tocar o projeto (a tal SEPONTE), multiplicando cargos e despesas correntes mesmo sem avanço físico.
Questionado recentemente em um podcast de extrema-esquerda de Salvador, Jerônimo voltou a prometer datas e etapas, mas sem cronograma fechado nem início de obras, reforçando críticas de que o PT governa a Bahia há 20 anos com anúncios e contratos, enquanto a ponte permanece no discurso e o custo para o contribuinte segue crescendo.
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