
Em entrevista ao podcast do Bahia Notícias, ACM Neto deixou claro que não pensa abrir mão do projeto político na Bahia para entrar em composições nacionais. Ao ser questionado sobre uma eventual candidatura a vice-presidente em 2026, disparou: “fico lisonjeado, mas não me divide. Meu projeto está na Bahia”. Com esta afirmação, Neto reafirma seu compromisso com a Bahia que vem sendo dilacerada pelo PT há 20 anos.
O ex-prefeito de Salvador também mirou no Palácio de Ondina e apontou o que considera uma fragilidade do governador petista: “Jerônimo tem mais problemas que eu para fazer alianças em 2026”. A frase escancara a dificuldade do atual governo em manter coesão dentro da própria base, principalmente com o PSD de Otto Alencar e Ângelo Coronel, que tem ensaiado passos fora do “script” petista.
Neto, por outro lado, aposta na construção de uma aliança ampla e independente, sem estar atrelado ao “governo que mergulhou a Bahia na insegurança e no caos fiscal”.
Números que endossam a crítica – Segundo dados do Monitor da Violência, a Bahia lidera o ranking nacional de mortes violentas em 2024, com mais de 4 mil homicídios registrados até julho. No campo econômico, o estado é o 3º mais endividado do Brasil, com mais de R$ 10 bilhões em operações de crédito autorizadas apenas nos últimos dois anos, segundo o Tesouro Nacional.
A petezada “vive de empréstimos” enquanto serviços básicos como saúde, segurança e educação entram em colapso.
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