
O deputado Jonga Bacelar decidiu seguir a base do governo Lula e votou contra o projeto antifacção, abrindo um debate enorme sobre a postura de parlamentares que ainda insistem em defender o governo mesmo diante da escalada da violência no país. Enquanto isso, o deputado Motta mandou um recado duro para o Planalto ao comemorar a aprovação do PL e afirmar que “o Brasil não suporta mais essa leniência”.
Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o país registrou mais de 47 mil homicídios no último ano… um cenário que expõe o desgaste de um governo que insiste em minimizar o avanço das facções.
O voto de Jonga, apontado por analistas como alinhamento cego ao lulismo, gerou reação imediata entre aliados da segurança pública e reforçou a tese de que parte da base do governo prefere manter fidelidade política mesmo que o custo seja o aumento da violência nas ruas.
O contraste entre os dois discursos escancara uma fissura cada vez maior entre quem enfrenta o crime e quem fecha os olhos para ele.
A fala de Motta ecoou forte nas redes: “Não tem mais como tergiversar. Ou a gente enfrenta o problema, ou o problema engole o Brasil”.
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