Segundo nota enviada à imprensa, representantes da APLB Sindicato decretaram estado de greve contra o retorno das atividades presenciais nas escolas públicas municipais. Sindicalistas apontam que 92,8% dos professores decidiram pelo movimento paredista.
Com 100% dos profissionais da educação fora do risco de internação por conta da primeira dose da vacina contra Covid-19, a paralisação não tem justificativa lógica e prejudica a evolução academica, cognitiva e psicológica das crianças, principalmente aquelas em estágio de alfabetização.
A Justiça deve falhar a qualquer momento contra a estagnação da educação do município provocada por sindicalistas sem compromisso com a formação dos alunos da rede pública de ensino. Fontes do Judiciário apontam que 2/3 da carga horária dos professores deve ser cortada assim como repasses produtos de imposto sindical devem ser retidos na fonte.
“Existe jurisprudência tanto no Município quanto no Estado do não repasse do imposto sindical”.
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